sábado, 22 de septiembre de 2007

Déjà Vu (Memória sem tempo)


Momento do sono..
E abrí as assas ao mundo e o mundo não estava em mim, apenas essas, as sombras do meu interior, solitario e desconcertante, onde a memória não tem tempo nem lugar.

8 comentarios:

Mïr dijo...

"Silenciosa e serenamente, todas as palavras são esquecidas;
Clara e vividamente, ela aparece diante de você.

Quando é realizada, o tempo não tem limites;
Quando é experienciada, seus arredores vêm à vida.

Singularmente iluminadora é esta consciência brilhante..."

Mo-Chao-Ming.

Bom fim de semana.

Luis Enrique dijo...

Que belas palavras. Um abraço Maria, obrigada.

Hanah dijo...

Luis,

ciclos e ciclos de renascimento....
isso me lembrou muito o budismo...

Beijo de Boa semana para ti...

Luis Enrique dijo...

Quando fala a essencia..o budismo é a filosofia da essencia e do essencial.

Abraço Hanah

lupussignatus dijo...

As raízes da memória vivem nos subterrâneos do coração...

Luis Enrique dijo...

Isso é muito certo Lupussignatus, muito certo !. Abraço e obrigada

Vieira Calado dijo...

Em forma de pensamento, estes pequenos textos poéticos.
Gostei.

Luis Enrique dijo...

obrigada Sr. Vieira Calado, é um honor para mim um comentario seu. Sua poesia é extraordinaria, seu trabalho em geral é excelente. Um abraço e obrigada.