jueves, 29 de marzo de 2007

Chuva


A chuva voltou,
veio deitar-se na terra seca e árida.

Do chão, bebem as raizes profundas,
sedentas como sedento o manto de folhas.
Verde castanho,
torrente póstumo,

chuva morna,
chuva trópical.

Chuva pouca,
vasta para semear.

Molhai a minha boca ausente,
sede da minha alma.

Etiqueta:
Poesia propia

3 comentarios:

Hanah dijo...

Olá Luis,o novo também está maravilhoso...

Estou tentando me desapegar do Como 1 Objeto já tem Um tempo mais ainda não consegui... acho que perdi a hora... vou ter que encontrar uma nova...
Lendo aqui este poema me deu um gás, fico meio mal de pensar que fico só "pirateando" , me bate uma certa inquietação ...

Beijo Amigo

Luis Enrique dijo...

Eu gosto muito do teu blog, ambos, Como 1 objeto, aparentemente, não tem o problema técnico do "Ombres de L..." navegar nele era muito dificil. Também, colocarei na "Barca.." todos meus poemas, devido a q também fechei o blog de poesia, não gosto de levar muitos blogs.

amiga, não entedí a últma parte do seu comentario, não sei, gostou do poema? "pirateando"? não tenha inquietação, esteja a vontade.

abraço

Hanah dijo...

Claro que amei, Beijão...